À semelhança das árvores, começámos a morrer quando nos decepam o cordão umbilical... Quero fincar os meus pés na Terra … Crescer em direção ao céu … Mover me ao sabor do vento… Sentir a seiva a ensanguentar o meu caule … Chorar em silêncio… E quando tiver de ser … NÃO QUERO TER FÉ ! QUERO MORRER DE PÉ ! E quando a terra me decompuser … Misturo-me com o rio… Já sem nada que me enjaule … Escorro por ele, noite dentro … Agitado, sem saber se o Homem desvaneceu… Ou se juntos somos parte desta Serra …